Uma das barreiras mais comuns no tratamento da coluna é o fator idade. Muitos pacientes chegam ao consultório com dores incapacitantes, mas resignados: "Doutor, eu já estou muito velho para me operar".
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Uma das barreiras mais comuns no tratamento da coluna é o fator idade. Muitos pacientes chegam ao consultório com dores incapacitantes, mas resignados: "Doutor, eu já estou muito velho para me operar".
O momento de operar, na ausência de sinais neurológicos graves, é quando o tratamento conservador se esgota e a vida fica limitada. Se você sente que sua rotina foi sequestrada pela dor e o médico confirma que há uma solução técnica viável, talvez seja a hora de conversar sobre o próximo passo.
Uma cena se repete diariamente nos consultórios do Dr. João Rizzo e do Dr. Ericson Sfreddo: uma paciente idosa, com degeneração na coluna, entra acompanhada pela filha ou pelo filho. A preocupação da família é genuína e o cuidado é evidente.
A cirurgia de coluna não funciona como um botão de "liga/desliga" que elimina todos os problemas para sempre, nem é um "transplante" que devolve ao paciente uma coluna de 18 anos de idade.
Nos últimos anos, a cirurgia endoscópica da coluna ganhou destaque e vem sendo vista como uma grande promessa dentro da ortopedia e neurocirurgia. No entanto, como lembram o Dr. João Rizzo e o neurocirurgião Dr. Ericson Sfreddo, procedimentos novos em medicina nunca se consolidam da noite para o dia.