Existe um desequilíbrio na forma como encaramos a dor nas costas. De um lado, médicos e pacientes dão uma importância excessiva aos exames de imagem (como ressonância e tomografia), solicitados muitas vezes sem necessidade imediata. De outro, subestimamos o que realmente funciona: o aspecto físico, a fisioterapia e a educação do corpo.








