Dúvidas frequentes sobre acupuntura

19 de agosto de 2020 1
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Qualquer pessoa pode fazer acupuntura?

Sim. Qualquer indivíduo, em qualquer idade, pode ser tratado com acupuntura, exceto os pacientes com infecções generalizadas de pele.

As grávidas são muito beneficiadas com a acupuntura para tratamento de dores em geral, náuseas, vômitos, ansiedade, depressão, inchaço e coceira na pele. As crianças tem uma resposta muito boa com os métodos  que não incluem agulhas: auriculoterapia e acupressão, como no tratamento e prevenção de asma, rinite, eczemas, terror noturno, enurese, refluxo gastroesofágico, déficit de atenção, stress e ansiedade. Não que as agulhas não possam ser usadas,  mas podemos evitá-las para não assustá-las. Nos pacientes idosos também obtemos bons resultados, apesar de ser um pouco mais lenta a resposta.

Confira também: A Acupuntura e o medo de agulhas

Existe um número médio de sessões para que o paciente comece a notar os resultados da acupuntura?

A resposta é individual. Em casos agudos pode-se ter uma resposta muito satisfatória já na primeira sessão. Nos casos crônicos, doença acima de três meses,  o efeito pode ocorrer a partir da quinta sessão. Cerca de 80 % dos pacientes responde bem à acupuntura, enquanto os outros 20% reagem mais lentamente.

A acupuntura pode ser usada como método de emagrecimento?

Pode ser usada como método adjuvante, pois proporciona efeito relaxante, sensação de saciedade mais rápida, menor necessidade de ingestão de alimentos e aumento da diurese em alguns pacientes. Também é indicada para aqueles pacientes com apetite compulsivo.

A acupuntura é utilizada apenas como tratamento ou pode ser utilizada como um método preventivo de doenças?

A acupuntura é indicada no tratamento e prevenção de diversas doenças pois apresenta efeito analgésico, anti-inflamatório, antidepressivo, relaxante muscular, ansiolítico, cicatrizante, além de promover melhora da imunidade. A acupuntura não trata câncer ou AIDS, mas pode melhorar a dor, depressão, falta de apetite, náuseas, vômitos, insônia.

Texto por: Dra. Rosângela da Silva Biegler – CREMERS 17440

Créditos da imagem: Freepik

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