Uma Mensagem de Esperança para o Paciente com Dor Crônica

Para aquele paciente que não teve a oportunidade de tratar a dor na primeira semana, que está em casa, muitas vezes desesperançoso e sofrendo muito: a mensagem final é de esperança.
Felizmente, temos tido “gratas surpresas” no consultório. Os resultados estão melhorando significativamente, principalmente com a combinação da abordagem multimodal e da neuromodulação com radiofrequência pulsada. Claro que não se trata de uma panaceia (cura para todos os males), mas os avanços são reais.
O poder da interdisciplinaridade
A chave para recuperar a qualidade de vida é a interdisciplinaridade. A dor crônica vai minando a resistência emocional do paciente, por isso o tratamento deve envolver:
- Reabilitação física: Fisioterapia, acupuntura e outras terapias complementares que tenham evidência positiva.
- Reabilitação emocional: Suporte psicológico para lidar com o desgaste causado pela dor.
Costumamos dizer que, se houver interdisciplinaridade, o tratamento “corre o risco de funcionar”. Se não houver, esse risco não existe.
Não “jogue a toalha”
O conselho mais importante é não desistir. Nem que o tratamento comece apenas com um “ombro amigo” — saber que você não está sozinho nessa “peleia” (luta) e que a equipe médica disponibilizará tudo o que for possível para que a recuperação aconteça.
A medicina da dor está pronta para abraçar e acolher esse paciente, buscando as melhores alternativas para que a vida volte aos eixos.
Este texto foi produzido com base em uma conversa do Projeto Educa Dor, entre o Dr. João Rizzo e o Dr. Luís Josino Brasil. O episódio completo está disponível em nosso canal no YouTube e também em formato de áudio nas principais plataformas de streaming.



