Nasci em Frederico Westphalen no ano de 1994 e cresci em Palmeira das Missões – RS. Em 2011 vim para Porto Alegre para cursar medicina na PUCRS.
Desde que concluí o curso de medicina, soube que meu objetivo como médica era ver o paciente por inteiro. Nos anos que se seguiram atuei como clínica e também na emergência do Hospital Moinhos de Vento. Iniciei a trajetória na Dor em 2025, logo após concluir a formação no Albert Einstein e em 2026 entrei para a Clínica da Dor do Hospital Moinhos de Vento.
Dedico-me a tratar pacientes com dor com um olhar clínico. Acredito que viver bem é encontrar equilíbrio, algo que pratico tanto na minha rotina como nas orientações dadas ao meus pacientes.
Nasci em Frederico Westphalen no ano de 1994 e cresci em Palmeira das Missões – RS. Em 2011 vim para Porto Alegre para cursar medicina na PUCRS.
Desde que concluí o curso de medicina, soube que meu objetivo como médica era ver o paciente por inteiro. Nos anos que se seguiram atuei como clínica e também na emergência do Hospital Moinhos de Vento. Iniciei a trajetória na Dor em 2025, logo após concluir a formação no Albert Einstein e em 2026 entrei para a Clínica da Dor do Hospital Moinhos de Vento.
Dedico-me a tratar pacientes com dor com um olhar clínico. Acredito que viver bem é encontrar equilíbrio, algo que pratico tanto na minha rotina como nas orientações dadas ao meus pacientes.
2017 – Graduação em Medicina na Pontificia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
2019 – Pós Graduação em atenção básica pela Universidade Federal de Santa Catarina
2022 – Residência em Clínica Médica pelo Hospital Moinhos de Vento – Porto Alegre
2024 – Pós Graduação em Dor pelo Hospital Israelita Albert Einstein
Colocar gelo no local da dor é quase um reflexo automático para muita gente. Sentiu dor, pegou uma bolsa de gelo, aplicou na região e seguiu em frente. Mas será que esse hábito tão difundido realmente resolve o problema de uma tendinopatia, ou só disfarça o sintoma por um tempo?
Quando a dor aparece, o instinto natural é parar. Evitar o movimento, poupar a região machucada e esperar até que tudo volte ao normal antes de retomar a rotina. Faz sentido como reação imediata, mas será que ficar parado por tempo prolongado realmente ajuda na recuperação de uma tendinopatia? A resposta, segundo a literatura médica atual, é não.