Vídeo de apresentação da playlist de vídeos sobre os procedimentos invasivos no tratamento da dor crônica.
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Quando se fala em dificuldades no controle da dor depois de uma cirurgia de grande porte, é tentador olhar apenas para a complexidade clínica do caso. Mas muitos dos obstáculos mais relevantes são, na verdade, mais simples do que parecem, e estão dentro do próprio sistema de saúde.
Muitos pacientes chegam para uma cirurgia já convivendo com dor, seja ela aguda ou crônica. Esse contexto muda tudo: muda a estratégia da equipe médica, muda o que precisa ser conversado antes do procedimento e muda, principalmente, o que o paciente pode e deve esperar como resultado.
Uma das perguntas mais comuns de quem está se preparando para uma cirurgia é também uma das mais legítimas: é normal sentir muita dor depois? A resposta é mais precisa do que um simples sim ou não, e entendê-la pode fazer diferença real na experiência do pós-operatório.
O cuidado com um paciente cirúrgico não começa na sala de operação. Começa semanas antes, com uma série de ações pensadas para que o organismo chegue ao procedimento na melhor condição possível e, depois, se recupere com mais segurança e rapidez. Essa é a base de um protocolo adotado mundialmente e que no Brasil ficou conhecido pela sigla ACERTO.