Neste vídeo a Dra. Lorena Caleffi, médica psiquiatra do Projeto Educa Dor, apresenta uma técnica para os pacientes entenderem quais os sentimentos estão por trás de uma crise de dor.
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Muitos pacientes chegam para uma cirurgia já convivendo com dor, seja ela aguda ou crônica. Esse contexto muda tudo: muda a estratégia da equipe médica, muda o que precisa ser conversado antes do procedimento e muda, principalmente, o que o paciente pode e deve esperar como resultado.
Uma das perguntas mais comuns de quem está se preparando para uma cirurgia é também uma das mais legítimas: é normal sentir muita dor depois? A resposta é mais precisa do que um simples sim ou não, e entendê-la pode fazer diferença real na experiência do pós-operatório.
O cuidado com um paciente cirúrgico não começa na sala de operação. Começa semanas antes, com uma série de ações pensadas para que o organismo chegue ao procedimento na melhor condição possível e, depois, se recupere com mais segurança e rapidez. Essa é a base de um protocolo adotado mundialmente e que no Brasil ficou conhecido pela sigla ACERTO.
Com o avanço da medicina, grande parte das cirurgias hoje é realizada em regime ambulatorial, sem necessidade de internação prolongada. Mas quando o procedimento é de médio ou grande porte, ou quando o paciente carrega comorbidades significativas, a avaliação clínica antes da cirurgia deixa de ser uma etapa burocrática e passa a ser parte essencial do cuidado.