O Dr. João Rizzo responde neste vídeo o que é a Neuralgia pós-herpética (também conhecida como síndrome neuropática pós-herpética), e também como ela se apresenta.
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Existem indícios que apontam para a sequência de uma neuralgia pós-herpética, o que talvez permita reduzir o critério de tempo para diagnóstico — trocando os três meses habituais por um período menor.
Muitas vezes, os pacientes procuram atendimento antes que a dor crônica esteja estabelecida. Em casos onde o quadro se apresenta muito “florido” (intenso), é possível adotar um tratamento um pouco mais agressivo, visando proteger o paciente dessa neuralgia.
A neuralgia pós-herpética é, antes de tudo, um desafio para a medicina e, principalmente, para a medicina da dor em qualquer lugar do mundo. Trata-se de uma condição classificada como dor neuropática. Grosso modo, a dor neuropática é aquela que acomete o próprio sistema doloroso. Não é exatamente uma dor que possui uma causa externa; o problema reside no próprio sistema de transmissão da dor.
O herpes zoster, popularmente conhecido como “cobreiro”, é uma infecção provocada pelo vírus da catapora, o vírus varicela-zoster. Este vírus, quando contraímos catapora na infância, não desaparece totalmente. Ele permanece adormecido em gânglios da raiz dorsal da medula espinhal e pode ficar latente por toda a vida, sem se manifestar. Contudo, em algumas situações, como em pessoas idosas ou em indivíduos imunocomprometidos, o vírus pode reativar-se e causar o herpes zoster.