Conforto, bem-estar e adequação biomecânica não andam sempre juntos, as posições que adotamos para assistir televisão, por exemplo, costumam ser posições cômodas mas inadequadas, e é isto que a Dra. Adriana Coltro aborta neste vídeo. Afinal, de quem é a culpa da minha dor?
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Existe um perfil de paciente que se repete nos consultórios com frequência incômoda: a mulher que sente dor pélvica há muitos anos, já passou por vários profissionais, ouviu explicações diferentes ou nenhuma explicação, e chegou a um ponto em que quase desistiu de procurar. Se essa descrição se parece com a sua, alguns pontos merecem ser ditos com clareza.
Existe uma situação que frustra muita gente e que raramente é explicada com clareza. A paciente fez os exames, seguiu o tratamento, talvez tenha operado, tudo aparentemente correu bem, e a dor continua.
Quando se fala em dor crônica, uma das primeiras coisas que um especialista procura entender é de que tipo de dor se trata. Isso não é preciosismo técnico: mecanismos diferentes respondem a tratamentos diferentes.