Nasci em Lages – SC, no ano de 1976. Em 1993, iniciei o curso de Medicina na Universidade Federal de Pelotas, onde me graduei em 1999.
Realizei residência em Clínica Médica e Medicina Interna no Hospital Nossa Senhora da Conceição em Porto Alegre – RS, durante os anos de 2000 e 2001, seguido pela residência em Anestesiologia no SANE ( Serviço de Anestesiologia de Porto Alegre ). Segui trabalhando como anestesiologista neste mesmo Serviço, voltada ao atendimento de cirurgias de grande porte. Nesta mesma época também iniciei meus estudos em dor e, posteriormente, conclui minha especialização em Dor através do curso de Pós Graduação Lato Sensu do IEP/Hospital Moinhos de Vento em Porto Alegre – RS.
No ano de 2005, iniciei minha atuação profissional na Clínica de Dor do Hospital Moinhos de Vento em Porto Alegre – RS, onde atuo até hoje. A partir do ano de 2015 passei a dedicar-me exclusivamente às atividades relacionadas ao tratamento dor, não realizando mais o atendimento a cirurgias.
Muito se fala sobre os cuidados com o bebê recém-nascido, mas pouco se fala — na prática — sobre o cuidado com quem acabou de se tornar mãe. O puerpério é um período de intensas mudanças físicas, hormonais e emocionais, em que a mulher precisa de muito mais do que conselhos: ela precisa de apoio real, concreto e afetivo.
O período pós-parto, também chamado de puerpério, é desafiador em muitos sentidos — tanto do ponto de vista físico quanto emocional. Fora do ambiente hospitalar, já em casa com o bebê, muitas mulheres enfrentam dores significativas e têm dúvidas sobre o que podem ou não fazer, especialmente em relação ao uso de medicamentos durante a amamentação.
Durante a gravidez, sentir dor pode ser algo comum, resultado das inúmeras mudanças fisiológicas pelas quais o corpo da mulher passa. No entanto, nem toda dor deve ser encarada como “normal”. Em alguns casos, ela pode ser um sinal de alerta para condições mais graves e que requerem atenção imediata.